Kumiko Kosaka escolhia as crianças mais submissas e colocava fraldas para esconder as hemorragias
Buenos Aires - "Eu sou uma boa pessoa que entregou a vida a Deus", disse a freira Kumiko Kosaka. Ainda vestindo seu hábito, mas com algemas e colete à prova de balas, a religiosa se declarou inocente perante o juiz que a acusou de cúmplice dos sacerdotes que, durante anos, abusaram sexualmente de crianças surdas que estavam a seus cuidados no Instituto Provolo de Mendoza, na Argentina.
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